domingo, 22 de fevereiro de 2009
hora do planeta 2009
Postado por June às 17:26 1 comentários
Marcadores: aquecimento global, atitude, meio ambiente
domingo, 26 de outubro de 2008
sustentabilidade

Ah, 2º turno? Marta ou Kassab? Tanto faz. Não gosto de nenhum dos dois. Agora, no Rio, eu torço pelo Gabeira, of course.
Postado por June às 16:11 3 comentários
Marcadores: meio ambiente
domingo, 21 de setembro de 2008
free me
Diante de todo o caos de São Paulo, trânsito, poluição e barulho por todos lados, estar em um lugar calmo, onde o ar tem cheiro de eucalipito e os únicos sons são os dos animais e do vento balançando as folhas, faz com que todas as inquietações fiquem em silêncio. O céu mais azul que já vi, os raios de Sol mais aconchegantes que já senti, uma puta sensação de paz de espírito. A alegria das pessoas que têm o mínimo possível para sobreviver e conseguem o máximo possível da felicidade. Elas conseguem dar o sorriso mais sincero, o abraço mais honesto. Já sofreram e ainda sofrem às vezes e por isso mesmo carregam esse simples sorriso, com a força e a coragem de quem é capaz de enfrentar vários obstáculos para ter apenas o que precisam: uma vida simples. Ah, como eu os admiro!
É inexplicável a sensação de sair galopando em cima de um cavalo, você e o animal transformam-se em um só, não há dominação, ele é livre, você é livre, livres para voar pelo mundo, livres de qualquer pensamento que impeça a total proliferação de todas as sensações possíveis de se experimentar. É todo um ritual desde o momento em que você conhece o cavalo, olha em seus olhos, passa a mão em sua crina, coloca o cabresto e a cela, então finalmente monta, no começo ainda meio hesitante, mas após adquirir confiança no animal e ele em você, estão prontos para tentar algo um pouco mais intensa: galopar. E vocês correm, correm e correm, até perderem o fôlego - você está montada nele mas consegue sentir o esforço do animal em seu próprio corpo -, então vocês param e você se agarra ao pescoço do animal, rindo, cantando, ou mesmo sem dizer nada. Vocês conversam como velhos amigos. Durante o caminho de volta, você é outra pessoa, mais leve, mais feliz até. Então vocês chegam suados, você retira a cela e o cabresto, vocês bebem da mesma água, você conversa um pouco mais com seu cavalo e depois ele decide partir para comer um pouco e descansar. Você ainda fica ali durante um tempo, observando aquele magnífico animal se afastar, consciente de que ele pôde entender cada palavra, cada gesto, cada respiração sua e de que você também pôde compreendê-lo durante o tempo em que estiveram juntos. É uma experiência única, acreditem.
Mas o final de semana acaba. De volta à São Paulo. Trago comigo a renovação que só é possível quando saímos totalmente do caos da cidade. Cidade que amo, apesar de todos os seus -nossos- defeitos.
Postado por June às 20:15 0 comentários
Marcadores: a vida imita a arte, meio ambiente
